Em uma metrópole mundial com mais de 11 milhões de pessoas como é esta
amada São Paulo que moramos, falar de diversidade é tema recorrente. A
ideia sobre este conceito passa pelas cabeças das pessoas de todas tribos e
tendências. E basta olhar nas ruas que veremos toda esta gente diversa: orientais,
negros, indígenas e brancos; homossexuais, bissexuais e heterossexuais; pobres
e ricos; católicos, umbandistas, protestantes, judeus e ateus; gente da periferia e
do centro; modernos e conservadores.
PLURALIDADE DE ETNIAS E ORIENTAÇÕES:
E o poder público, o que tem a ver com esta tal diversidade?
O que pode fazer para abranger mais e mais pessoas para que nenhum grupo se
sinta marginalizado por ser negro, ou por ser gay, ou por ser pobre, ou por ser um
ambientalista ou ainda por ser mulher neste país em transformação?
Ações afirmativas e a discussão sobre o assunto são poderosas ferramentas para
a inclusão de todos os grupos sociais.
É uma característica básica de todos as particularidades de cada um mesmo que
sejamos parecidos em muitos pontos afinal “o ser humano é diverso. Quando
você tem irmão gêmeo e coloca um ao lado do outro um não é igual ao outro,
nem nunca será. Nós somos diversos”, segundo Cássio Rodrigo, coordenador da
Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias (ACGE) vinculada à Secretaria de
Estado da Cultura.
A ACGE tem vários programas e ações afirmativas voltadas aos negros, aos
indígenas, aos ciganos, às mulheres, aos deficientes e ao segmento LGBT. São
campanhas culturais de intensa participação popular com o objetivo de resgatar e
manter a história de cada um destes segmentos.
“A cidade de São Paulo e o Estado de São Paulo são plurais e traduzem esta
pluralidade de raças, etnias, crenças e orientações sexuais”, Cássio afirma. Para
ele é fundamental que todos os segmentos se mostrem aos outros, que ‘falem’
através de sua cultura com o restante da população.
Para uma sociedade como a paulistana que mora em uma das cidades-alfa do
mundo a integração de todos os membros da sociedade, sem distinção de raça,
de gênero ou de qualquer outro aspecto torna-se um fator de união e respeito
muito importante.
Com uma população formada por migrantes, imigrantes, gente do interior do
Estado, a metrópole paulistana tem em suas artérias de asfalto e prédios a marca
da diversidade. São Paulo é assim.
por Ricardo Parra
A diversidade faz toda diferença.
Loft criado pelo arquiteto Fernando Consoni para a Campinas Decor 2012, alia bom
gosto, novas tendências e um basta ao preconceito.
Diversidade: s.f. Diferença, dessemelhança, variedade: diversidade de objetos.
Divergência, oposição, contradição: diversidade de opiniões.
Um ambiente livre de preconceitos, que acolhe o adjetivo “diferente” sem cair
nos clichês. Um espaço que reflete a personalidade de quem o habita, sem receio de
refletir seu gênero ou opção sexual. No “Loft Diversidade”, a arquitetura e a arte se
encontram nas suas mais livres expressões.
Projetado para remeter aos antigos conceitos de loft, onde toda a estrutura é
crua e o mobiliário e as peças de decoração são amplamente valorizadas. O
personagem escolhido é um jovem profissional, bem sucedido e bem resolvido, que
em seus raros momentos de descanso, desfruta de um ambiente amplo e de fácil
manutenção. Apaixonado por arte, coleciona objetos, telas e quadros de vários estilos,
de grandes artistas brasileiros que pontuam os espaços e trazem sua identidade à
residência. “Pensar um ambiente versátil, que atenda à pluralidade, sem títulos ou
rótulos, foi o mote para o projeto”, destaca o arquiteto.

Com aproximadamente 90m², o ambiente dispensa barreiras físicas. A solução
espacial é a grande chave do projeto. Na fachada, um grande grafite em forma de toy
art, criado pelo artista plástico Luis Roberto de Castro Rios, dá as boas vindas ao
visitante. O brutalismo da forma, é ponto marcante que evidencia o processo
construtivo da edificação e se contrapõe aos itens divertidos e despojados da
decoração, como as almofadas em forma de cuecas, criação do arquiteto, e a
cabeceira revestida em pelúcia que “abraça” toda a cama e cria um clima de
aconchego na hora de dormir.

O branco prevalece. As cores são pontuadas em alguns elementos, como na
bancada da cozinha, em silestone magenta, e nos abajoures, presentes nas mesinhas
laterais da cama, dourados. Sobre o sofá, almofadas com a inscrição “God save the
drag Queen” fazem uma sutil alusão ao tema escolhido. Uma grande janela se abre
para o jardim e repousa sobre um banco que faz as vezes de assento para a mesa de
jantar em madeira maciça, integrada à cozinha, renovando o conceito modernista de
arquitetura. Sobre ela, um grande pendente, garante a iluminação necessária para as
horas de refeição. Toda a iluminação é direta, de forma a valorizar o mobiliário e as
obras de arte.
O closet protagoniza a única barreira visual e esconde a sala de banho e o
sanitário, ambos revestidos em mármore branco piguês e granito preto absoluto. Os
lavatórios foram concebidos sobre duas torres em mármore branco translúcido,
iluminados.
“Um ambiente onde a experiência dá o tom. Todos os itens foram pensados
como atrativos, seja ao toque, seja ao olhar. Um convite sensorial que se funde ao
projeto de arquitetura”, conclui o arquiteto Fernando.
Data: até 17 de junho
Local: Fazenda Santa Margarida
Endereço: Estrada Velha de Joaquim Egídio, km1 - Rodovia Dom Pedro I, Km 122,
saída 122
Horários de visitação: de terça a sexta-feira, das 14h às 22h; sábados, domingos e
feriados, das 12h30 às 22h. A bilheteria fecha sempre às 20h30.
Valor dos ingressos: R$ 30,00; estudantes e idosos pagam R$ 15,00.
Telefone para informações: (19) 3255-7744
Material traz informações completas de todos os equipamentos públicos culturais acessíveis na capital paulista.
Guia elegeu os 186 locais que melhor recebem pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.
Foi lançado nesta segunda-feira (7/5/12),ontem, o primeiro guia de cultura e entretenimento
da cidade de São Paulo voltado à diversidade humana. Trata-se do Guia Online
de Acessibilidade Cultural, elaborado pelo Instituto Mara Gabrilli (IMG) em parceria
com a Secretaria de Estado de Cultura, com patrocínio da Sabesp. Ele traz 186
estabelecimentos, entre teatros, museus, cinemas, centros culturais, casas de
espetáculos e bibliotecas, que podem receber qualquer perfil de público – pessoas
com problemas de locomoção, pessoas mais baixas, crianças e todos aqueles
que apresentam uma estrutura física diferente da média, como os 1,5 milhão de
pessoas com deficiência que vivem na cidade de São Paulo. Ele já está disponível na
internet, no endereço http://acessibilidadecultural.com.br, que atende a requisitos de
acessibilidade, onde também se pode fazer pesquisa filtrada por tipo de equipamento,
região da cidade ou palavra-chave.
“O guia não é só voltado às pessoas com deficiência, já que pode ser muito útil
também para idosos, grávidas, pessoas engessadas, mulheres com carrinho de
bebê etc. São Paulo é sinônimo de modernidade, de atualidade, de transformação
a cada segundo. Por isso lançamos este guia online para que seja consultado e
construído constantemente por todos os paulistanos. Este formato permite também
a integração entre os equipamentos e o público, intermediado pelo instituto”, afirma
Mara Gabrilli, fundadora do IMG. “A cultura é uma ferramenta fundamental para nosso
desenvolvimento, com potencial para trazer transformações que levamos para toda a
vida. Permitir que todos tenham acesso a isso, sem distinções, é uma obrigação do
poder público”, diz Andrea Matarazzo, que esteve à frente da Secretaria de Estado da
Cultura durante a elaboração do guia.
O atual secretário, Marcelo Araujo, destaca que vários dos equipamentos mantidos
pelo Estado constam no Guia e se destacam pelo cuidado com a acessibilidade. “A
Pinacoteca, a Biblioteca de São Paulo e o Museu do Futebol, por exemplo, mantêm
estrutura física acessível e investem, principalmente, na criação e desenvolvimento
de projetos e programas educativos com recursos pedagógicos que visam criar vários
níveis de acessibilidade”, afirma. A exposição “Sentir pra ver”, atualmente em cartaz
na Pinacoteca, apresenta recursos multissensoriais como reproduções em relevo,
maquetes, extratos sonoros e textos também em Braille, para garantir a percepção das
obras expostas aos vários perfis de público.
Durante três meses, três equipes especializadas em acessibilidade foram a 315
equipamentos avaliar quão amigáveis estes são para pessoas com deficiência ou
alguma outra dificuldade. “Dos 315 equipamentos avaliados, 186 foram selecionados
e integram o guia”, diz Ariana Chediak, gestora do IMG. São 61 bibliotecas; 3 casas
de espetáculos; 37 centros culturais; 11 cinemas de rua; 44 museus e 30 teatros.
Entre estes estabelecimentos, 55 são localizados no Centro, 31 na zona Leste, 9
na zona Norte, 52 na Sul e 39 na Oeste. O site também terá espaço para interação
dos usuários, que poderão fazer comentários, sugestões e críticas. “Também será
papel do Instituto Mara Gabrilli, como forma de continuidade ao trabalho, informar os
equipamentos que precisarem de ajustes ou mudanças sugeridos pelos internautas,
com o objetivo de tornar a cidade de São Paulo, no geral, um lugar que receba cada
vez melhor as pessoas com deficiência. O guia é inovador por permitir esta construção
permanente e colaborativa”, completa Ariana.
Todos os locais trazem uma breve descrição, dados de endereço, telefone, e-mail,
site, dias e horários de funcionamento e um item chamado “informações gerais
de acessibilidade” com dados sobre estacionamento e visitação inclusiva guiada.
Também há, para cada estabelecimento, dados específicos por tipo de deficiência,
indicados com ícones que remetem à surdez, deficiência física, visual e intelectual.
A análise ponderou aspectos arquitetônicos, de conteúdo, de informação, as
tecnologias e a disponibilização de profissionais capacitados para algumas funções
primordiais como intérpretes de libras, guia-intérpretes para surdocegos e mediação
para pessoas com deficiência intelectual. As nuances são muitas e as avaliações
foram feitas se pautando, principalmente, nas determinações de acessibilidade
previstas na legislação brasileira.
Para cegos, por exemplo, o local precisa ter explicações que sejam compreendidas
por meio do tato e da audição do visitante, como placas em Braille e audiodescrição.
Já os surdos, irão contemplar um programa cultural através de sua visão,
demandando a necessidade de intérpretes em Libras, a Língua Brasileira de Sinais,
que estejam aptos a recebê-los e passá-los informações.
Os visitantes com deficiência intelectual devem ser respeitados em relação às suas
diferenças cognitivas.
Cadeirantes, anões, assim como idosos, necessitam concretamente de uma
arquitetura amigável que, antes de barrar suas entradas, torne o passeio agradável.
Assim, as rampas são preferíveis aos degraus, as maçanetas devem ser leves e de
alavanca, elevadores devem ter portas automáticas, botões, corrimões e balcões
devem ter mais baixos.
Patrocínio - Nos últimos anos, a Sabesp vem estreitando sua relação com a cultura,
por meio de patrocínios a eventos e criação de novos espaços e programas culturais.
Desde 2004, a Companhia participa do Programa de Fomento ao Cinema, por meio
do qual já patrocinou 127 filmes, totalizando investimentos de R$ 48 milhões no setor.
Hoje a Sabesp é a empresa paulista que mais investe em cinema, terceira maior
patrocinadora do Brasil e pioneira em exigir que as produções disponibilizem uma
cópia com recursos que permitam aos deficientes auditivos e visuais apreciar o filme.
Essa preocupação da Sabesp em proporcionar o acesso cultural a todos também está
refletida no Cine Sabesp. Inaugurado em 16 de junho de 2010, o local se tornou um
espaço para a promoção da cultura, educação e preservação do meio ambiente, além
de formação de plateia para as salas de cinema de rua, uma opção de lazer quase
extinta.
Interação - Os próximos passos do Guia Online de Acessibilidade serão a participação
de internautas e equipamentos para inclusão de novas informações. Assim, a partir
de setembro próximo, usuários poderão avaliar a acessibilidade do equipamento
respondendo a um formulário online. Nesta fase também serão lançadas as versões
mobile e para tablets.
No primeiro semestre de 2013, equipamentos de todo o Estado de São Paulo
interessados em constar do guia poderão solicitar sua inclusão. Já para 2014, o site se
tornará nacional e poderá receber solicitação de quaisquer equipamentos brasileiros.
Estatísticas - No Brasil, segundo o Censo 2010 (IBGE), 46,5 milhões de brasileiros
têm algum tipo de deficiência e, no Estado de São Paulo, são mais de 9,3 milhões.Os
números praticamente dobraram em relação ao Censo 2000, que computara 24
milhões e 4 milhões, respectivamente. Os números do último Censo relativos aos
municípios ainda não foram divulgados, de modo que, para a cidade de São Paulo,
são consideradas ainda as estatísticas aferidas pelo Censo 2000: 1,5 milhão de
moradores com deficiência, além de outro 1,5 milhão com mobilidade reduzida.
É um universo de pessoas que podem ter nascido com alguma deficiência ou a
adquirido ao longo da vida. E quando se fala de ações que melhorem a qualidade
de vida dessas pessoas, também são incluídos os que têm mobilidade reduzida, ou
seja, idosos, gestantes, obesos, mulheres com carrinhos de bebê. Por isso, para Mara
Gabrilli, “ao facilitar acessos para a inclusão das pessoas com deficiência, estaremos
ampliando o escopo dessas ações para um grupo ainda maior de pessoas”.
Atualmente, está sendo feito pela Prefeitura de São Paulo o primeiro levantamento
exclusivo sobre habitantes da capital com deficiência. Lei de autoria da então
vereadora Mara Gabrilli, que entrou em vigor em 2010, o Censo-Inclusão está
atualmente na fase de envio de formulários à casa de todos os paulistanos, 2,4
milhões de moradias segundo banco de dados do IPTU. Estes, que também são
encontrados no site www.censoinclusao.sp.gov.br, deverão ser preenchidos e
enviados até maio deste ano à prefeitura de São Paulo, que prevê divulgação de
números preliminares em dezembro deste ano.
Sobre o IMG - O Instituto Mara Gabrilli é uma organização sem fins lucrativos que
desenvolve e executa projetos para melhorar a qualidade de vida de pessoas
com deficiência. Fundado em 1997, atua no apoio a pesquisas cientificas para
cura de paralisias, apoio a atletas do esporte paraolímpico e na orientação para
desenvolvimento social de pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade
social. Além disso, o IMG colabora com o apoio a diversos eventos e projetos de
inclusão com o intuito de gerar um impacto na sociedade, tornando-a mais justa e
acessível para todos.
Ela é o que toda mulher gostaria de ser, ou é, ás escondidas.
Em cada esquina, em cada avenida, até em um quarto de convento...
Existe uma... BISCA.
É uma peça para mulheres fortes e guerreiras e para homens evoluídos ou não...
A relação entre homem e mulher, bisca é apenas um termo usado para designar uma
personalidade da mulher que SABE o que quer... Buscamos retratar em "Manual da Bisca"
a mulher moderna, com suas vontades, desejos e fraquezas. A mulher de hoje não
deixou de ser a sonhadora de sempre a espera do príncipe encantado, só que príncipes
não existem e saber lidar com as diferenças é o grande barato da vida a dois.
Três atores, 14 personagens se revezam em 75 minutos de espetáculo.
Manual da Bisca com:
JANAINA MARANHÃO
THIAGO TAVARES
GUI D’AVLLIS
TEATRO JUCA CHAVES
Rua: João Cachoeira, 899 – Itaim Bibi São Paulo (11) 3168-2015
(Dentro do Hipermercado Extra Itaim – Estacionamento gratis)
SEXTAS ÁS 21H00
Ingressos R$ 40,00 (inteira)
R$ 20,00 (MEIA)
Baseado no livro de Thiago Tavares
Adaptação/Direção Gui D’avllis
A 8ª Parada do Orgulho LGBT da Cidade de Santo André, Região do Grande ABC, realizada pela ONG ABCD’S será no domingo dia 06 de Maio a partir das 12h (meio dia).
A concentração será na Avenida D. Pedro II com Rua Catequese – Centro, onde estarão os trios elétricos que irá seguir a Avenida D. Pedro II, entrando na Rua das Caneleiras, Avenida Industrial com término na Rua Padre Vieira.
Estão confirmadas as Presença de vários Djs, Cantoras, Gogo boys, Personalidades da mídia e no movimento LGBT como as Cantoras Nicky Valentine, Ximbica, Natalia Damini, Karina Maldonado, Mari B., Fernanda Nunes, Paula Bencini, Lenny B. e os DJs Sabrina Boing Boing, Karina Mor, Edmaxy, David Bianchini, André Turi, Alessandro Santos, Jhonny Kelminy, Mauricio S B, The boy, Feeling e muito mais.
O Presidente de Honra Marcelo Gil anunciou recentemente o tema “A nossa Luta é todo dia, vote contra a Homofobia”.
O evento tem horário previsto para o término ás 18 horas e 30 minutos.
Estará proibida a venda e consumo de bebida alcoólica para menores de 18 anos.
da redação por Saulo RodriguesO que faz com que nós consumidores desejamos ir a este ou aquele restaurante? Chefs renomados, ambientes decorados com requinte e bom gosto, pessoas descoladas, cardápios diferenciados..... são alguns requisitos para nossa escolha.
E a sustentabiliade? Sim, hoje a preocupaçao com nosso planeta é mundial, e para a escolha de um restaurante hoje tembém é possível.
O selo "Restaurante Sustentável" (green savers) é um produto para bares e restaurantes que querem seguir esse mercado tão atual, porém existe algum requisitos para essa aquisição que é anual.
Distribuídas em sete categorias, e, caso os estabelecimentos cumprirem a, pelo menos, três delas, passam a ser certificados. O selo tem em conta o uso de alimentos biológicos-orgânicos, a reciclagem seletiva do lixo a compostagem de resíduos orgânicos, a reduçao de CO2, servir aos clientes água filtrada na jarra para evitar as garrafas plásticas, passando pela preocupação com o bem-estar dos funcionários, como a criação de uma área de descanso.
A capital paulista já tem cinco bares e restaurantes com o selo Restaurante Sustentável: Brasil a Gosto, D'olivino, Le Manjue Bistrô, Olea Mozzarella Bar e Zena Caffè.
Podemos agora encontar tudo que procuramos em um bom restaurante, inclusive a preocupação com o meio ambiente.
Quer saber mais sobre esse projeto, acessem: http://www.oficinambiental.com.br/
MIS apresenta o projeto original e inédito de experiência audiovisual Caixa de Cinema,nesse feriado de 1 de maio.
Com supervisão geral do diretor executivo André Sturm e concepção e direção de Alessandra Dorgan, o projeto consiste na primeira Jukebox de cenas instalada numa exclusiva cabine de exibição, que remete à atmosfera glamourosa das antigas salas de cinema.
Equipada com um monitor touchscreen que abriga um sistema digital exclusivo e muito confortável, a Caixa de Cinema disponibilizará um catálogo com 60 cenas emblemáticas de diversos filmes. Em seu ciclo de estréia, os curadores do projeto reuniram cenas ou sequências arrebatadoras com grandes atuações, em um repertório abrangente de atores e filmes que marcaram a história do cinema no mundo.
De: 01mai a 01nov2012
terças a sextas, das 12h às 22h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 21h
ingresso: gratuito
fonte:http://www.mis-sp.org.brt
Caros amigos,
Por todo o planeta temos observado enchentes, secas e chuvas cada vez mais intensas. Pessoas estão morrendo e comunidades inteiras têm sido devastadas. Os impactos das mudanças climáticas que estamos testemunhando hoje não tem semelhança com nada que já vimos antes.
No entanto, é difícil para a maior parte das pessoas perceber que tudo isso está conectado. É por isso que, no dia 5 de maio, em todos os cantos do globo, estaremos “Ligando os Pontos”.
Desde a seca na Mongólia às enchentes na Tailândia, das queimadas na Austrália às comunidades no Himalaia ameaçadas pelo derretimento das geleiras, nós organizaremos ações para lembrar a todos o que está acontecendo na nossa vizinhança. Para cada uma das ações, do Quênia ao Canadá, do Vietnã a Vermont, alguém estará segurando um… ponto. Isso mesmo! Pode ser um enorme ponto preto feito em cartaz, um “ponto” formado por pessoas de mãos dadas em volta de uma plantação destruída pela seca, um ponto feito de tecido com uma foto tirada de cima – e assim por diante. Compartilharemos essas imagens ao redor do mundo para dar uma cara humana às mudanças climáticas — seria como segurar um espelho de frente para o planeta e obrigar as pessoas a encararem as consequências das mudanças climáticas.
Todos podem participar desse dia. Muitos de nós não vivem no Texas, nas Filipinas ou na Etiópia – lugares profundamente afetados pelos impactos do clima. Entretanto, pensando nessas comunidades, existem milhões de maneiras para se expressar em solidariedade àqueles mais gravemente afetados pela crise climática: algumas pessoas irão fazer apresentações nas suas localidades sobre como ligar os pontos. Outros irão desenvolver projetos demonstrando quais os tipos de impactos climáticos podemos esperar se a crise climática continuar sem solução. Outros ainda expressarão a sua indignação em relação à mídia local e aos políticos que falham ao ligar os pontos em suas coberturas sobre os “desastres naturais”.
Independente do modo como você decida participar, a sua voz é fundamental nessa luta. Você pode se registrar para ser anfitrião de um evento local aqui: www.ligandoospontos.org
Estamos certos de que todas as atividades serão muito bonitas. Mas elas também trarão histórias tristes. É importante que todos nós, cujas vidas têm sido afetadas pelas mudanças climáticas, entendamos que não somos culpados. E também é normal que fiquemos com um pouco de raiva dessas forças que estão nos causando problemas. A indústria de combustíveis fósseis é a culpada e nós temos que deixar isso claro. A nossa equipe da 350.org vai trabalhar arduamente para ligar todos esses pontos – literalmente – e amarrá-los todos juntos para criar um potente apelo à ação, que será direcionado diretamente às pessoas que mais precisam ouvi-lo.
5 de maio está chegando e nós temos que trabalhar rápido. As mudanças climáticas estão diante dos nossos olhos e simplesmente já não podemos esperar mais para agir. O mundo precisa entender o que está acontecendo e você é a pessoa que pode contar para eles.
Por favor, junte-se a nós! Precisamos de você para enviar o alerta mais importante que a humanidade já escutou.
Seguimos em frente,
Bill McKibben e toda equipe da 350.org
A Comunidade Brasil, o Viva o Centro, as Ações Locais e a Prefeitura de São Paulo em parceria com a iniciativa privada, realizam atividades conjuntas nas ruas centrais do Centro de São Paulo.
A intenção é sensibilizar a população para a limpeza urbana ,educação socioambiental, e a coleta de residuos solidos.
A Prefeitura de São Paulo, apoiará as ações de zeladoria e de educação social e ambiental, que visa promover a sensibilização da população sobre a limpeza das calçadas, o descarte correto de resíduos, o manejo das arvores em um dos principais bairros do centro da capital.
Um grupo de agentes ambientais (antigos garis agora apelidados pela população de “verdinhos” numa alusão aos novos uniformes que utilizam), percorrerão as ruas centrais do centro de São Paulo.
Os agentes socioambientais passarão em todos os comércios, condominios e edifícios residenciais da região levando a pesquisa, onde a população local avaliará suas próprias práticas de cidadania e os serviços públicos como segurança, saúde, coleta seletiva e limpeza urbana.
“A pesquisa será tabulada pelo Instituto Opinare e embasará as ações futuras, que ocorrem a cada três meses”, explica, Annabella Andrade, gestora ambiental e social da Comunidade Brasil, ONG.
Limpeza urbana: Os agentes ambientais acompanharão a ação realizando os serviços rotineiros de limpeza urbana como varreção, limpeza de bueiros, coleta de resíduos solidos, cadastramento de grandes geradores, jardinagem e pintura do meio-fio.
A São Paulo Ambiental fornecerá também equipamentos como espetos (utilizados para recolher pequenos detritos, como papéis), vassouras, carrinhos de lixo e os sacos amarelos, empregados exclusivamente na limpeza urbana.
A participação da população, nesta ação de zeladoria, nas ruas da cidade marca o início dos esforços de sensibilização e educação ambiental, que fazem parte do novo conceito de limpeza urbana implementado na capital paulista desde dezembro último.
Por ser uma atividade conjunta com a população dos bairros, a Comunidade Brasil e o Viva o Centro, acreditam que será um importante momento para sensibilizar para a importância de não-sujar e demonstrar como funciona hoje o serviço integrado de limpeza urbana.
A Comunidade Brasil, em parceria com a população, está preparando um programa de Educação Ambiental abrangente, que envolverá diversos grupos da sociedade. O programa, que será lançado em breve, baseia-se no tripé limpeza, sensibilização e educação ambiental.
Aguardamos todos vocês para esse projeto que pode mudar nossa cidade! Participem.
Fase, Ciclo e Crise
O Aurélio define muito bem esses três estágios, entretanto, quando tratamos de economia muitas vezes há uma colisão nas etapas. No momento atual verificamos que estamos sendo sacudidos por uma crise mundial cuja fase de interpretação é de difícil acerto, exatamente pelo ciclo de transformações que está passando as economias administradas pelo capitalismo selvagem, neo-socialismo, e as antigas cortinas de ferro, dentre elas a China.
O que está ocorrendo na Europa não é exatamente uma fase ou uma crise, mas estamos chegando no fim de um ciclo que entra num processo falimentar. O velho continente está com seus recursos naturais escassos, novos conceitos políticos não estão dando certo com os superados sistemas administrativos na vida pública, tão debilitada quanto a vida privada daquela gente. É preciso mudar tudo, entender que é hora de procurar novos rumos, para tanto há a necessidade de se curvar as novas formulas que ainda não estão expostas.
O jovem continente americano peca na execução de seus projetos, quando procura se impor com seu protecionismo, principalmente, querendo manter sua indústria bélica na ativa, alimentando guerras que nunca deveriam ter começado, construindo discórdias entre nações em troca do lucro exacerbado das munições, se esquecendo que a falácia da sua economia prede-se exatamente a essa prática do exercício do comercio insustentável para os novos tempos, já não há espaço para determinadas mentalidades ou vícios de conceitos. O mundo mudou, todos os povos vão ter que mudar, não há mais espaço para mentes retrogradas ou personalidades voltadas para a destruição coletiva pela obtenção do lucro vergonhoso.
Na Ásia, a raça amarela tem mostrado que estão superando essa fase de produção reduzida, amparada a anos anteriores, mas, mantida em patamares elevados. A china, tem buscado alternativas viáveis, com absoluto sucesso, os chineses estão dando um novo rumo ao seu comercio, transformando navios em verdadeiras industrias para fabricação de vestuário, calçados, e outros. Esse comportamento tem aliviado a carga de custos, principalmente na mão de obra e transporte, fazendo que o custo final dos seus produtos seja inferior ao custo dos seus concorrentes e viabilizam a venda para o mercado externo dos produtos produzidos naquele país. Essa é apenas uma das muitas formulas encontradas por eles para alavancar suas vendas, demonstrando que a economia de escala é uma meta a ser seguida por todas as nações, pois, a competitividade se faz necessária dentro de qualquer segmento de mercado.
O Brasil, país que faz parte do Brics, está fadado ao insucesso se não mudar o destino de sua política monetária, mantendo os juros altos, inviabilizando o consumo interno, e com a nossa moeda forte, muito forte, torna proibitiva nossa exportações, estrangulando todo sistema produtivo do nosso país. Além disso, temos que tratar nossas reservas naturais com maior responsabilidade, nesse caso não compete apenas ao governo, todos nós temos nossa responsabilidade, temos que cuidar do que é nosso, o Brasil é nosso, nossa responsabilidade é enorme, pois, se assim não agirmos, vamos deixar um país dilapidado, em nossas reservas, inabitável, para os nossos filhos, netos e bisnetos.
O Brasil efetivamente precisa mudar, principalmente sua política, fazendo prevalecer sua leis, não precisar criar outras, os integrantes do executivo realmente executem uma política séria, uma administração com distribuição de recursos equitativamente as necessidades e destino certo, sem desvios de conduta ou de rota. Com o nosso executivo forte, sério, honesto, e os nossos eleitores orgulhosos de seus representantes no Congresso. E que o Judiciário julgue, simplesmente, com justiça.
Genival Torres Dantas
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